O amor não sobrevive à indiferença.
Não sobrevive na falta de palavras
Ao silêncio desassossegado
Não sobrevive à falta de carinho
O amor precisa ser olhado, tocado
O amor precisa ser perdoado
Descobre-se o amor nas pequenezas intensas
E o destruímos também nessas pequenezas
Nesse olhar de quem pouco vê
No abandono outrora impensado
Nas indelicadezas jogadas
Que retiram a base que já foi construída
O amor não morre aos poucos, mas rápido
Quando sente-se desvalorizado
O amor necessita precisão
Reciprocidade doada
Necessita olhar caloroso
Companhia, compreensão
O amor fica preso no orgulho
Que não o deixa respirar
Fica preso no entristecer das causas
Não merecidas de valor
Que devem ser relevadas
O amor não sobrevive à indiferença nos dias que pedem mais amor
Lúria Stael





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