Sinto-me assim: perdida, aflita, como se algo me faltasse.
Olho em volta e só vejo bagunça, confusão, o que
Olho em volta e só vejo bagunça, confusão, o que
está acontecendo comigo, Deus o que há com meu coração?
Sumir pra longe, lá onde ninguém possa estar a me perturbar, quero paz, tranquilidade, e ao mesmo tempo quero festa, fugir da calmaria, da mesmice de meus dias....
Quero um não querer quero ser o que não posso ver.
Quero poder ter asas e voar, quero liberdade, e ao mesmo tempo quero prisão.
Quero acorrentar-me, e pagar por meus pecados...
Quero a espada a adentrar-me o peito, e ao mesmo tempo quero que parem os meus açoites, e vejam-me com olhos puros os malvados.
Quero a espada a adentrar-me o peito, e ao mesmo tempo quero que parem os meus açoites, e vejam-me com olhos puros os malvados.
Prefiro a loucura, à sanidade, quero o mais perfeito sentimento, quero o amor.
Prefiro o perdão, ao rancor, só quero viver bem, mesmo na minha mais infeliz realidade.

Apenas paradoxos da vida, fácil é ver tudo como nos é exposto, mas quero ver o que está além da maldade.
Quero ver além do corpo, e da face das pessoas, quero enxergar as almas, quero sentir o coração pulsar em minhas mãos, de alguns gestos e actos, quero compreender as verdadeiras razões...
Lúria Stael 






1 comentários:
Bela poesia...encanta-me le-te!
Abraços!(:
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